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Como funciona o funil do Inbound Marketing? Entenda melhor

O Inbound marketing é bastante diferente do marketing tradicional (ou “outbound marketing”) por um principal motivo: enquanto no marketing convencional no qual a empresa, por meio de anúncios e promoções, que vai em busca do consumidor, no Inbound Marketing ocorre justamente o contrário, ou seja, é o consumidor que vai em busca da empresa.

Essa particularidade do Inbound marketing parece, à primeira vista, bastante simples. Mas quando se reflete com mais calma sobre ela, percebe-se que na prática as coisas são mais complicadas. Afinal, como fazer com que um cliente em potencial vá, por si só, até a empresa?

Utilizando o funil do Inbound marketing.

Mas no que tal funil consiste? Quais são suas etapas? Quais são as ações necessárias para que ele tenha o efeito esperado? É justamente isto que exploraremos na sequência.

A metodologia Inbound marketing

A premissa básica desta forma de marketing é que o cliente deve passar de desconhecido à cliente divulgador da marca. Para tanto, são necessárias quatro etapas, cada uma com ações e ferramentas específicas. Essas etapas correspondem juntas ao funil do Inbound marketing.

São elas:

  • 1. Atrair: o objetivo desta primeira etapa (ou topo de funil) é fazer com que o usuário passe de desconhecido a visitante, ou seja, que ele (a) tome consciência da marca. Para tanto, são utilizados recursos como o blog – o conteúdo é parte fundamental de qualquer estratégia do Inbound marketing -; redes sociais; e palavras-chave em mecanismos de busca;
  • 2. Converter: o próximo passo é transformar o novo visitante em lead. Mas o que é um lead? Um lead pode ser definido, de maneira bastante simples, como um cliente em potencial que a empresa tem os dados de contatos, ou seja, um lead é um possível contato comercial da marca.
    Nesta tarefa de conversão em lead, são empregadas ferramentas como os formulários; os botões call-to-actions (CTA, botões como mensagens como “adquira o seu”, “clique e descubra”, etc.); e as landing pages, páginas web que tem como principal objetivo a conversão como, por exemplo, oferecendo um e-book em troca do preenchimento dos campos de um formulário. Geralmente, estes três elementos são utilizados em conjunto;
  • 3. Relacionar: aqui o lead se transforma em um cliente de fato – daí o nome da etapa, já que ele “fecha” um negócio. Aqui é a parte mais estreita do funil, e para que ela se concretize são empregados workflows, signals e e-mail;
  • 4. Fidelizar: conquistar o cliente não implica no final do processo, afinal para onde vai tudo o que passou pelo funil? Por isso o pós-compra é tão importante, pois nele você tem a chance única de encantar seu cliente e deixá-lo fiel a sua marca. Conteúdo personalizados e eventos são exemplos de estratégias que podem ser utilizadas.

Colocando de outra forma, podemos dizer que o funil do Inbound marketing consiste em se aproveitar de um campo temático de interesse, instruir as pessoas interessadas sobre o campo temático através de conteúdo de qualidade para, assim, mostrar que elas possuem um desejo/necessidade sua empresa tem a solução. E este desejo é identificado a partir do (re)conhecimento que você possui delas devido à geração de lead.

Portanto, a estratégia de Inbound marketing é bastante sólida, permitindo a criação de estratégias pontuais sem nunca perder de vista o objetivo maior, que é conquistar mais clientes, tarefa que se torna muito mais fácil quando se tem controle total sobre todas as etapas do processo e quando se toma os usuários individualmente.

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G. Lang

*Formado em Marketing pala Universidade Paulista (UNIP). *Formado em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi. *Colegial Técnico em Processamento de Dados pela FECAP. + Atua em Estratégias de Marketing Digital na Agência Next4 desde 2009 + Certificado pelo Google Adwords (Publicidade e Pesquisa + Fundamentos Google) + Certificado Inbound Marketing pela RD Station